Os 16 maiores andavam por Ilé para pedir longa vida: “Viveremos tanto quanto declarou Olódùmarè?” – foi sua pergunta.
Avisaram aos maiores que não chamassem Èṣùrú (contas sagradas) de ilèkès. Isto é, não faça ritos se não tens conhecimento básico e não sabes diferenciar.
Aconselharam: “não chame Odídèrè (o papagaio africano) de oode (morcego)”. Isto é, não desencaminhar a pessoa ou levá-la por uma via falsa.
Aconselharam que as folhas da ceiba são folhas da árvore Oríro. Isto é, que nunca engane as pessoas.
Aconselharam que não devem tratar de fazer nada quando não sabem. Isto é, não pretender ser sábio quando não o são.
Aconselharam que sejam humildes e nunca egocêntricos.
Aconselharam que não se entra na casa de um ọbá com más intenções.
Aconselharam que não se usam as plumas sagradas para limpar seu traseiro. É romper o tabu e não usar os textos sagrados em vão.
Aconselharam que não devem defecar onde há epo nem nos alimentos dedicados aos Òrìṣà.
Aconselharam que não se deve urinar dentro de afo (lugar onde se faz o azeite de palma na terra yoruba). Isto é, não se devem adulterar os alimentos.
Aconselharam que não se deve tirar o bastão a um ancião. Isto é, sempre respeitar os que são mais débeis e respeitar o alheio.
Aconselharam que não se deve tirar o bastão a um ancião. Isto é, respeitar os maiores dentro da religião e na vida e respeitar a hierarquia.
Aconselharam que não se deitem com a esposa de Ògbóni (conselheiro do rei da corte).
Aconselharam que nunca se deitem com a esposa de um amigo (não trair um amigo).
Aconselharam que não sejam mexeriqueiros. Isto é, nunca revelar os segredos. Aconselharam que não faltem o respeito ou que te deites com a esposa de um Bàbálawo.